
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, desde 2023, um total de R$ 418,5 milhões para Roraima. O volume representa uma média anual de aprovações, entre 2023 e 2025, de R$ 139,5 milhões/ano, contra R$ 109,3 milhões/ano, no governo anterior, um crescimento de 27,7%. Em 2025, o volume de aprovação para o estado chegou a R$ 138,7 milhões. Também houve aumento no volume de desembolsos. Desde 2023, somou R$ 337,6 milhões, uma média anual de R$ 112,5 milhões, contra R$ 68,2 milhões/ano na gestão anterior (2019/22).
Os recursos aprovados para Roraima desde 2023 beneficiaram todos os setores da economia, como agropecuário (R$ 272,2 milhões), comércio e serviços (R$ 116,1 milhões) e infraestrutura (R$ 28 milhões). Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 339,5 milhões do total de crédito aprovado desde 2023.
“Esse resultado deixa evidente o compromisso do governo do presidente Lula em promover o desenvolvimento de Norte a Sul do país. Por meio do crédito, o BNDES está promovendo melhorias em infraestrutura e na qualidade dos serviços públicos, ajudando a desenvolver novos medicamentos e tecnologias, construindo uma indústria e um setor agropecuário mais inovador e sustentável, ampliando a oferta de energia. Em Roraima, o crédito para a agropecuária cresceu mais de 200%, e para micro, pequenas e médias empresas o aumento foi de quase 60%”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Em 2025, os recursos atenderam os principais setores da economia de Roraima: agropecuária (R$ 84,3 milhões), comércio e serviços (R$ 45,8 milhões) e infraestrutura (R$ 7,5 milhões). Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 122 milhões do crédito aprovado em 2025.
Norte
As aprovações de crédito para a Região Norte alcançaram R$ 32,6 bilhões desde 2023. O volume representa um aumento de 178,6% na média anual de aprovações, que passou de R$ 3,9 bilhões/ano, no governo anterior, para R$ 10,9 bilhões/ano (2023/25). Em 2025, o volume de recursos aprovados para a região alcançou R$ 8,9 bilhões.
Os valores aprovados desde 2023 beneficiaram setores como a agropecuária (R$ 7,9 bilhões), comércio e serviços (R$ 7,6 bilhões), indústria (R$ 2,2 bilhões) e infraestrutura (R$ 14,9 bilhões). Do total das aprovações desde 2023, R$ 13,3 bilhões foram para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).
Maior lucro recorrente da história
O BNDES registrou em 2025 o maior lucro recorrente da história da instituição, com R$ 15,2 bilhões, resultado 15,4% superior a 2024. O Banco encerrou o ano com recorde na injeção de crédito, totalizando R$ 366 bilhões, alta de 32% em relação a 2024, maior valor nominal da história em ativos totais (R$ 962 bilhões), carteira de crédito (R$ 664 bilhões) no maior patamar desde 2016, caixa livre quadruplicado (R$ 61 bilhões) em relação a 2022 e maior patamar histórico do Patrimônio Líquido (R$ 172 bilhões).
O resultado operacional em 2025 apresentou forte crescimento por demanda de crédito frente ao ano de 2024. As consultas somaram R$ 389,2 bilhões (aumento de 19% em relação a 2024 e de 170% em relação a 2022). As aprovações de crédito alcançaram R$ 237,9 bilhões (12% acima de 2024 e 80% maior que 2022), com destaque para o aumento de 215% na indústria (R$ 71 bilhões), 125% em Comércio e Serviços (R$ 41,2 bilhões) e 100% na agropecuária (R$ 54,3 bilhões) em relação a 2022. Já os desembolsos do BNDES totalizaram R$ 169,7 bilhões em 2025, aumento de 27% frente a 2024 e de 74% a 2022, com manutenção da trajetória de crescimento.
No triênio 2023-2025, houve aumento de 221% nas consultas, 164% nas aprovações e 126% nos desembolsos, em relação a 2019-2021.
Para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), as aprovações de crédito em 2025 totalizaram R$ 224 bilhões, aumento de 43% em relação à 2024 e de 215% em relação a 2022, sendo R$ 95,8 bilhões em crédito e R$ 128,2 bilhões de operações garantias oferecidas pelos fundos garantidores.
Média de aprovações por ano, entre 2023 e 2025, foi de R$ 139,5 milhões/ano, contra R$ 109,3 milhões/ano, nos quatro anos do governo anterior. Aumento de 27,7%.

