O Brasil nunca teve tantos jovens trabalhando. E talvez nunca tenha corrido tanto risco de desperdiçá-los. O problema não é a falta de trabalho — formal ou informal. É a falta de caminho.
A pergunta, tão antiga quanto as primeiras disputas políticas organizadas, ressurge com força em tempos de campanhas milionárias, marketing digital sofisticado e estruturas eleitorais cada vez mais profissionalizadas.
Quem ganha a eleição é o candidato. A frase, que à primeira vista pode soar como uma simplificação, encerra uma verdade que a prática política insiste em confirmar.