
O líder do Republicanos no Senado Federal, senador Mecias de Jesus (RR), manifestou-se neste sábado, 3, sobre a captura do líder do regime venezuelano, Nicolás Maduro, anunciada na manhã de hoje pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após uma operação norte-americana no país. A informação foi divulgada pelo próprio Trump e repercutida pela imprensa internacional.
Para o senador Mecias, o episódio evidencia o impacto direto da crise venezuelana sobre o Brasil, especialmente em Roraima, estado de fronteira que sofre há anos com a pressão migratória e com o avanço da instabilidade regional. O líder do Republicanos cobrou do governo federal reforço imediato na segurança e na estrutura de controle e acolhimento em Pacaraima e em outras áreas sensíveis do estado.
“Aplaudo de pé o presidente Donald Trump por agir em defesa da democracia nas Américas. A captura de Nicolás Maduro enfrenta uma ditadura que oprime seu povo e exporta instabilidade. Enquanto Lula foi conivente, Roraima pagou o preço da crise migratória. A liberdade começa a ser devolvida ao povo venezuelano e também ao Brasil”, declarou o senador.
A declaração de Trump ocorre em meio a relatos de ataques e explosões em Caracas e a reações do governo venezuelano, que acusou os EUA de agressão e pediu informações oficiais sobre o paradeiro de sua liderança.
Histórico
Mecias tem alertado publicamente para o risco de a fronteira virar corredor de fuga para criminosos e para o aumento da pressão sobre saúde, educação e segurança pública em Roraima. Em setembro de 2025, a imprensa nacional registrou declarações do senador de Roraima em defesa de uma postura mais firme do Brasil contra o regime venezuelano, cobrando reforço na divisa e defendendo a captura, pelos EUA, do ditador.
Em defesa do Brasil
O senador defendeu que o Planalto e os ministérios responsáveis adotem, de forma imediata, medidas como a ampliação do efetivo e da presença permanente de forças federais na fronteira; o fortalecimento da fiscalização, da inteligência e da atuação diplomática contra crimes transnacionais e regimes ditatoriais; e o reforço da estrutura de atendimento em áreas de maior pressão migratória em todo o país.

