
O HMI (Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth) encerrou 2025 com grandes resultados na assistência materna e neonatal, com avanços na ampliação dos atendimentos, na qualificação dos serviços e na implementação de novas estruturas voltadas à humanização do cuidado.
Ao longo do ano, a unidade manteve-se como a principal referência estadual para atendimento especializado às mulheres durante a gestação, parto e puerpério, além do cuidado integral aos recém-nascidos. A unidade contabilizou cerca de 12.864 atendimentos e procedimentos, sendo 9.557 partos normais e cesáreos.
“Conseguimos aumentar em cinco vezes o quantitativo de cirurgias eletivas. Enquanto 2024 foi marcado por um ano mais de organização institucional, 2025 foi o ano de implementações. Com esse quantitativo, mantivemos uma taxa de ocupação muito baixa e o cuidado humanizado traz para as pacientes um acolhimento muito maior e uma sensação de humanização na hora do seu momento mais importante”, afirmou o diretor da Maternidade, Manoel Roque.

No ano passado, a unidade ampliou a estrutura física e assistencial com a implantação de novos serviços e ambientes estratégicos. Entre as entregas realizadas estão o acolhimento com classificação de risco que substitui o antigo modelo de triagem, a Sala Lilás, o posto de coleta de leite humano, a Sala da Mulher Trabalhadora que Amamenta e a revitalização do CPNI (Centro de Parto Normal Intra-hospitalar).
Com investimento do Governo de Roraima, o HMI também passou a contar com uma sala de treinamento e uma sala de simulação realística, equipada com bonecos de alta fidelidade, destinada à capacitação contínua de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas em procedimentos como intubação, ventilação mecânica e reanimação neonatal.
“Conseguimos entregar também uma sala de treinamento, uma sala de simulação realística com bonecos realistas para os médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, seja para treinar intubação, ventilação mecânica, reanimação”, destacou Manuel.
Esse cenário permitiu o fortalecimento do processo de humanização do atendimento, com a inserção de doulas no pré-parto, a ampliação das visitas de vinculação, que possibilitam às gestantes conhecerem previamente a unidade e a equipe, e a implementação de ações específicas voltadas à saúde indígena, com a organização de enfermarias indígenas em cada bloco assistencial.

A ambiência da maternidade também foi aprimorada com a revitalização do CPNI, que recebeu identidade visual com elementos regionais, tornando o espaço mais acolhedor para as gestantes e familiares.
“A revitalização do CPNI recebeu uma ambiência perfeita, maravilhosa, com desenhos regionais pintados nas suas paredes. E tudo isso ainda sendo a maior Maternidade em números de leitos e em número de partos, imagine só, são cerca de 30 a 50 partos realizados por dia, cerca de 150 atendimentos na porta de entrada, são mais de 5.000 mulheres que passam pela porta do HMI procurando atendimento”, ressaltou o diretor.
Outro avanço importante registrado em 2025 foi a redução significativa da taxa de ocupação hospitalar, que registrou uma taxa média inferior a 65%, garantindo mais conforto e segurança às pacientes.
