PCRR conclui curso para fortalecer integração digital com o Poder Judiciário

Qualificação formou delegados e escrivães para disseminar o uso de ferramentas digitais que integram sistemas das duas Instituições. – Fotos: Ascom | PCRR

A PCRR (Polícia Civil de Roraima) concluiu nesta semana o Curso de Multiplicadores da integração digital entre os sistemas utilizados pela Instituição e pelo Poder Judiciário. Delegados e escrivães participaram da qualificação para disseminar o uso das novas ferramentas tecnológicas nas unidades policiais.

A formação preparou servidores para atuar como referências em suas respectivas unidades e auxiliar na implantação da integração entre o PPE/Sinesp (Processo Policial Eletrônico) e o Projudi (Processo Judicial Digital).

A ferramenta permitirá o encaminhamento automático dos procedimentos produzidos pela Polícia Civil ao sistema do Poder Judiciário para reduzir etapas burocráticas e garantir mais agilidade na tramitação dos processos.

A aula de encerramento contou com a participação da delegada-geral da PCRR, Simone Arruda, que destacou que a transformação digital representa um passo importante para tornar a instituição mais eficiente e preparada para atender às demandas da sociedade.

“Os procedimentos eletrônicos já fazem parte da nossa realidade. Investir na capacitação dos servidores significa fortalecer a Polícia Civil, garantir mais eficiência ao trabalho investigativo e oferecer respostas mais rápidas ao cidadão”, afirmou Simone Arruda.

Durante o curso, os participantes receberam orientações sobre a utilização dos sistemas eletrônicos, protocolos operacionais, tramitação digital de procedimentos e integração das ferramentas tecnológicas ao cotidiano das unidades policiais.

Um dos destaques apresentados na capacitação foi a experiência da DRCAP (Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública), primeira unidade da Polícia Civil de Roraima a encaminhar um Inquérito Policial por meio da interoperabilidade entre os sistemas.

De acordo com a delegada titular da unidade, Ana Paula, o procedimento representa um marco na modernização da atividade policial.

“A integração reduz retrabalho, melhora o controle dos procedimentos, aumenta a segurança na tramitação dos documentos e permite que a equipe dedique mais tempo à atividade-fim da Polícia Civil, que é investigar e apresentar resultados à sociedade”, ressaltou.

Gleyci Coimbra

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