Sesau realiza oficina sobre eliminação da Aids e transmissão do HIV como problema de saúde pública

A oficina faz parte do Programa Brasil Saudável: Unir para Cuidar, lançado pelo Governo Federal. – Fotos: Ascom | Sesau

A Sesau (Secretaria de Saúde), por meio da CGVS (Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde), iniciou nesta quarta-feira, 26, uma Oficina sobre as Diretrizes para a Eliminação da Aids enquanto problema de Saúde Pública no Brasil até 2030.

A oficina faz parte do Programa Brasil Saudável: Unir para Cuidar, lançado pelo Governo Federal, que visa enfrentar problemas sociais e ambientais que afetam a saúde de pessoas em maior vulnerabilidade social.

O evento está ocorrendo até quinta-feira, 27, no Ceforr (Centro Estadual de Formação dos Profissionais da Educação do Estado de Roraima), e recebeu representantes das Coordenações de Vigilância e Atenção Primária dos municípios de Roraima. Também participaram a Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), a Sejuc (Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania), a Operação Acolhida, organizações da sociedade civil e organismos internacionais.

“Para a construção do plano de enfrentamento e de eliminação do HIV é essencial a participação de todos esses profissionais, os próprios profissionais de saúde que elaboram seus planos de ação. A vigilância assume essa responsabilidade de finalizar juntamente com todos esses profissionais e representações, vamos apresentar para a secretária e começar a trabalhar com os municípios nesse propósito’, afirmou a coordenadora geral da CGVS, Valdirene Oliveira.

O Programa tem como meta a eliminação de 11 doenças e 5 infecções de transmissão vertical enquanto problemas de saúde pública. Em relação à epidemia de AIDS, a meta é ter 95% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas, destas 95% em tratamento e das em tratamento, 95% com carga viral controlada

“Os profissionais de saúde têm um papel fundamental em todas as etapas, desde o diagnóstico, tratamento e condução do cuidado de saúde. Eles são responsáveis por elaborar o plano de cuidado para essas pessoas e, além disso, fazem o acompanhamento da adesão ao tratamento. Eles são essenciais, pois vivenciam tanto o diagnóstico quanto o tratamento e a prevenção, sendo, portanto, fundamentais para o sucesso dessa ação”, explicou a gerente do Núcleo de Controle das IST/AIDS, Jaqueline Voltolini.

Suyanne Sá

Veja também

Topo