Até 2022, o Estado detinha aproximadamente R$ 53 milhões em processos de judicialização de demandas relacionadas à saúde. Esse montante caiu para pouco mais de R$ 1 milhão em 2024.
Parlamentar, em reunião da Comissão de Educação, alertou para crescente demanda de cursos sem autorização e o risco de profissional mal capacitados à saúde da população.