Mais da metade dos atendimentos realizados nos primeiros quatro meses do ano poderia ter sido resolvida na atenção básica, em Unidades Básicas de Saúde.
Ivanez Pinheiro Prestes, presidente da FIBRORR, que atende cerca de 190 pacientes destaca dificuldades no acesso a diagnóstico, tratamento e cobra implementação de centro especializado previsto em lei estadual.