Colégio Maria dos Prazeres Mota realiza 4ª edição de projeto que estimula soletração

Competição reuniu estudantes do Ensino Médio e premiou vencedores de cada série com R$ 1 mil. – Fotos: Ascom | Seed

O Colégio Estadual Militarizado Maria dos Prazeres Mota realizou nesta sexta-feira, 4, a 4ª edição do projeto “Soletração de Letra em Letra”. A competição reuniu estudantes do Ensino Médio em uma atividade voltada ao aprendizado da Língua Portuguesa, com desafios de ortografia, vocabulário, concentração e memória.

Os vencedores de cada série receberam R$ 1 mil. Na 1ª série, Turma 104, o primeiro lugar ficou com o aluno João Gabriel Soares Moura; na 2ª série, Turma 205, com Guilherme Pantoja; e, na 3ª série, Turma 301, com Zaih Lira Amorim.

As etapas eliminatórias ocorreram durante o primeiro semestre. Na fase final, os participantes precisaram soletrar corretamente as palavras apresentadas, aplicando conhecimentos adquiridos em sala de aula e demonstrando domínio da ortografia e do vocabulário.

Para o finalista Mateus Owen, estudante da 3ª série do Ensino Médio, a participação também representa uma oportunidade de superar desafios e desenvolver confiança.

“Por ser meu último ano na rede estadual, eu sei que vou levar muito mais que conteúdo. Vou levar vocabulário, conhecimento e valores que a gente não aprende no dia a dia, e que com certeza vão fazer diferença no meu futuro”, contou.

Aprender brincando

Além do conhecimento sobre ortografia e vocabulário, o projeto trabalha concentração, segurança para falar em público, raciocínio e capacidade de lidar com desafios. O formato também proporciona aos estudantes contato com diferentes níveis de conhecimento entre os colegas e troca de experiências.

De acordo com a professora responsável pelo projeto, Ray Pessoa, a competição funciona como ferramenta pedagógica para aproximar os estudantes da Língua Portuguesa de forma dinâmica.

“O objetivo é fortalecer a aprendizagem dos nossos alunos do Ensino Médio, que estão se preparando para concursos, vestibulares e para a vida. A gente vê o quanto esse projeto é importante para o futuro deles. E é muito gratificante perceber a evolução, o quanto o ensino e a aprendizagem melhoraram em relação ao primeiro ano”, explicou a professora.

Layse Menezes

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