
A Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR) conta, a partir de agora, com uma nova integrante em seu quadro de defensoras e defensores públicos. Mônica Gonçalves, 34 anos, tomou posse no cargo em cerimônia realizada nesta sexta-feira, 14, marcando o início de uma nova etapa profissional dedicada à garantia de direitos e ao acesso à Justiça da população roraimense. O número de membros da instituição subiu para 53.
Natural de Cacoal, em Rondônia, Mônica viveu por 13 anos em Cuiabá, no Mato Grosso, onde permaneceu após ingressar em outro concurso público. A chegada a Roraima representa, segundo ela, a realização de um sonho construído ao longo de anos de estudo e dedicação.
“Para mim é uma honra imensa integrar a Defensoria Pública do Estado de Roraima. Foram muitos anos de estudo e dedicação e, desde a primeira vez que cheguei a Boa Vista, eu amei o lugar, senti que era aqui que eu deveria ficar e, graças a Deus, tudo deu certo para que eu ficasse”, afirmou.

A cerimônia de posse também foi marcada pela presença de familiares da nova defensora, que acompanharam de perto a realização desse momento. Estiveram presentes sua mãe, Elisa Gonçalves de Oliveira; seu noivo, Gabriel de Moraes Sousa; e seus sogros, Atanildaes de Moraes Sousa e Sergio de Oliveira.
“Estou muito entusiasmada para oferecer o meu melhor trabalho ao Estado, conhecer a comunidade, as demandas, atender a população vulnerável do Estado de Roraima, promovendo cidadania e acesso à Justiça”, destacou a defensora.
Para o defensor público-geral em exercício, Natanael Ferreira, a chegada da nova integrante representa um reforço importante para a instituição.

“É uma pessoa do Norte, então compreende as necessidades, a cultura e a carência da nossa região Norte. Eu acredito que vai somar muito com a Defensoria Pública. Sempre que chega um novo defensor, uma nova defensora, há uma expectativa de a gente melhorar ainda mais a qualidade do nosso serviço”, afirmou.
A corregedora-geral da DPE-RR, defensora pública Lenir Rodrigues, destacou que a chegada de uma nova defensora amplia a capacidade de atendimento e fortalece a presença da instituição junto à população.
“A posse de uma nova defensora significa um atendimento mais humanizado, a presença da Defensoria nas comunidades, mais conciliação, mais mediação, mais arbitragem no atendimento. É um fortalecimento realmente institucional”, ressaltou.
