G. O. S., de 49 anos, utilizava a falsa condição de advogado para conquistar a confiança das vítimas, receber pagamentos antecipados e não prestar os serviços prometidos, causando prejuízos estimados em aproximadamente R$ 19 mil.
Golpistas informam que há valores a serem recebidos em processos judiciais e solicitam pagamentos, transferências bancárias ou dados pessoais para supostamente liberar os recursos.