O grupo, liderado pelos irmãos N.D.F.M. e G.F.M., atuava de forma estruturada e permanente, ao menos desde 2024, com divisão de tarefas e atuação voltada ao tráfico de drogas e à ocultação de valores ilícitos.
Ação civil pública foi ajuizada em 2012 após o MPRR identificar que a empresa pública mantinha grande parte do quadro funcional composta por contratos temporários.